No Hospital Universitário, 82% dos leitos de UTI estão ocupados

O informe da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) emitido na noite de sábado (9) indica que dos 114 leitos da Ala Covid do Hospital Universitário (HU), 94 estavam com pacientes. Desses, 69 foram positivados para a doença, 5 negativados e 20 aguardam os resultados dos exames.

Na Ala Covid, existem 46 Unidades de Terapia Intensiva (UTI), 37 estão com pacientes. Na Enfermaria são 64 leitos, 54 estão ocupadas. Dos quatro leitos emergenciais, três estão com pacientes. Nem todos os hospitalizados são de Ponta Grossa. O HU é a unidade de referência regional da doença e recebe pacientes SUS de várias cidades. As informações são do Walter Téle Menechino – dcmais.

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Covid-19: mortes passam de 242 mil e casos somam quase 10 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 242.090. Em 24 horas, foram registradas 1.150 mortes. Há ainda 2.776 óbitos em investigação no país. As informações são da Agência Brasil.

Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.978.747. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 56.766 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (17). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 786.207 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.950.450 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (56.960), Rio de Janeiro (31.701), Minas Gerais (17.109) e Rio Grande do Sul (11.479). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (940), Roraima (995), Amapá (1.116), Tocantins (1.461) e Rondônia (2.586).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1.938.712), seguido por Minas Gerais (816.901), Bahia (639.227), Santa Catarina (622.727) e Paraná (601.554).

“Precisamos de vacinas, urgente!”, diz Michele Caputo

O deputado MIchele Caputo (PSDB), coordenador da Frente Parlamentar do Coronavírus, pediu nesta terça-feira, 16, mais responsabilidade das autoridades do país em relação ao planejamento do plano de imunização do coronavírus. “O que tem faltado e estou cobrando das autoridades sanitárias em todo lugar e, principalmente, do Ministério da Saúde, é planejamento, respeitar as questões técnicas, a epidemiologia da doença, ouvir os profissionais que há muitos anos trabalham no controle de doenças graves”, disse.

A frente parlamentar completou um ano de atuação, debateu o impacto da doença, apresentou sugestões de enfrentamento do coronavírus e até visitou os laboratórios que agora estão produzindo as vacinas.”No Brasil, só fomos ter os primeiros casos seguidos de óbitos em abril e hoje temos milhões de contaminados e milhares de mortos, tanto no Paraná quanto no Brasil”.

“Isso (o planejamento) não está acontecendo da forma que deveria e hoje, o maior problema, é o acesso às vacinas. Perdemos oportunidades importantes, a vacina da Pfizer, a vacina do Butantam, a Astrazeneca, agora chegando a vacina da Sputnik”, completou o deputado.

Michele cobrou mais responsabilidade das autoridades nos três níveis de poder, municipais, estaduais e principalmente no governo federal. “Tem que saber que planejamento em relação ao coronavírus significa salvar vidas, significa aliviar a pressão sobre o sistema de saúde do Brasil. Todo canto em todo lugar, temos salas de vacinas preparadas e profissionais capacitados. Nós precisamos de mais vacinas, urgente”.