Mortes por covid-19 diminuem na capital, mas casos ativos voltam a subir

Nesta quarta-feira (6), a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou 793 novos casos de covid-19 e 17 óbitos em consequência da doença. As mortes diárias têm apresentado redução na comparação com a semana anterior, no entanto os casos ativos da doença – quando há potencial de transmissão do vírus – voltou a aumentar.

Entre os novos óbitos registrados, 12 ocorreram nas últimas 48 horas. As novas vítimas são sete homens e dez mulheres, com idades entre 40 e 88 anos. Dois dos pacientes não apresentavam fatores de risco para complicações da doença. Até agora são 2.304 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia. Leia mais em Tribuna Paraná.

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Covid-19: mortes passam de 242 mil e casos somam quase 10 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 242.090. Em 24 horas, foram registradas 1.150 mortes. Há ainda 2.776 óbitos em investigação no país. As informações são da Agência Brasil.

Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.978.747. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 56.766 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (17). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 786.207 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.950.450 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (56.960), Rio de Janeiro (31.701), Minas Gerais (17.109) e Rio Grande do Sul (11.479). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (940), Roraima (995), Amapá (1.116), Tocantins (1.461) e Rondônia (2.586).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1.938.712), seguido por Minas Gerais (816.901), Bahia (639.227), Santa Catarina (622.727) e Paraná (601.554).

“Precisamos de vacinas, urgente!”, diz Michele Caputo

O deputado MIchele Caputo (PSDB), coordenador da Frente Parlamentar do Coronavírus, pediu nesta terça-feira, 16, mais responsabilidade das autoridades do país em relação ao planejamento do plano de imunização do coronavírus. “O que tem faltado e estou cobrando das autoridades sanitárias em todo lugar e, principalmente, do Ministério da Saúde, é planejamento, respeitar as questões técnicas, a epidemiologia da doença, ouvir os profissionais que há muitos anos trabalham no controle de doenças graves”, disse.

A frente parlamentar completou um ano de atuação, debateu o impacto da doença, apresentou sugestões de enfrentamento do coronavírus e até visitou os laboratórios que agora estão produzindo as vacinas.”No Brasil, só fomos ter os primeiros casos seguidos de óbitos em abril e hoje temos milhões de contaminados e milhares de mortos, tanto no Paraná quanto no Brasil”.

“Isso (o planejamento) não está acontecendo da forma que deveria e hoje, o maior problema, é o acesso às vacinas. Perdemos oportunidades importantes, a vacina da Pfizer, a vacina do Butantam, a Astrazeneca, agora chegando a vacina da Sputnik”, completou o deputado.

Michele cobrou mais responsabilidade das autoridades nos três níveis de poder, municipais, estaduais e principalmente no governo federal. “Tem que saber que planejamento em relação ao coronavírus significa salvar vidas, significa aliviar a pressão sobre o sistema de saúde do Brasil. Todo canto em todo lugar, temos salas de vacinas preparadas e profissionais capacitados. Nós precisamos de mais vacinas, urgente”.