Aulas presenciais da rede estadual terão retorno gradativo a partir de 10 de maio; entenda

A rede estadual de ensino do Paraná terá, a partir de 10 de maio, uma volta gradativa às aulas presenciais. O retorno deve acontecer paralelamente à vacinação dos profissionais da Educação, programada para este mês, e em um momento de queda na taxa de transmissão e nos indicadores de contágio. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta terça-feira (4).

Há três critérios para a definição de quais colégios devem ter prioridade para a volta das atividades presenciais. O primeiro deles é o acompanhamento das cidades onde houve retorno das redes municipais de ensino e do transporte escolar. Além disso, serão priorizadas as instituições de ensino onde há alunos em situação de vulnerabilidade e sem acesso a equipamentos digitais para realizar as atividades remotas. Outro critério é a análise de colégios com maior número de professores fora do grupo de risco. As secretarias da Educação e do Esporte e de Saúde ainda estão realizando o mapeamento dos locais.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior atende a imprensa nesta terça-feira (4) para falar sobre o retorno gradativo das aulas presenciais na rede estadual de ensino.
Curitiba, 04/05/2021. Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Nas escolas que reabrirão para atividades presenciais, será adotado o modelo híbrido de ensino, ou seja, parte dos alunos assistirá às aulas presencialmente, em sala de aula, enquanto a outra parte acompanhará remotamente, vendo as aulas ao vivo. Para isso, as salas de aula estão equipadas com computadores e internet, possibilitando que os professores interajam com ambos os grupos de estudantes.

As instituições de ensino seguirão um protocolo de segurança, garantindo distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes, disponibilizando álcool em gel, reforçando a obrigatoriedade do uso de máscara e aferindo a temperatura de alunos e funcionários na entrada do colégio. Distanciamento, uso de máscara e aferição de temperatura também são regras dentro do transporte escolar.

O retorno presencial não é obrigatório. Pais, mães ou responsáveis legais que desejem o retorno dos estudantes devem assinar um termo de autorização a ser entregue na instituição de ensino. Os alunos que optarem por não ir às aulas presencialmente continuarão no ensino remoto (que inclui as plataformas digitais do Aula Paraná, videoaulas no YouTube e TV aberta, além do kit pedagógico impresso), que acontece desde o início deste ano letivo, em 18 de fevereiro.

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via redação Busão Curitiba

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Estudantes de todo o Brasil podem acessar mais de mil aulas do cursinho pré-vestibular da UEL

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) abriu nesta segunda-feira (26) as inscrições para o vestibular 2021. São ofertadas 1.230 vagas em 65 cursos de graduação. As inscrições seguem até o dia 04 de junho no site www.unioeste.br e as provas devem ser aplicadas no dia 04 de julho.  

Das 1.230 vagas, metade é reservada para estudantes que cursaram o Ensino Médio em escolas públicas e que não possuem nenhuma graduação em ensino superior. Os cursos são ofertados em cinco câmpus: Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo.

A taxa de inscrição é de R$ 180. Quem se inscrever e fizer o pagamento até 21 de maio terá desconto, com redução para R$ 161.

A isenção da taxa de inscrição poderá ser feita durante todo o período de inscrição – do dia 26 de abril até 04 de junho. Vale lembrar que para tentar a isenção é preciso ter o CadÚnico válido. Todas as informações necessárias para realizar o processo no site www.unioeste.br

Lista de cursos por câmpus da Unioeste:

Cascavel

Administração
Ciência da Computação
Ciências Biológicas
Ciências Biológicas
Ciências Econômicas
Enfermagem
Engenharia Agrícola
Engenharia Civil
Farmácia
Fisioterapia
Letras – Língua Portuguesa e Língua Espanhol
Letras – Língua Portuguesa e Língua Inglesa
Letras – Língua Portuguesa e Língua Italiana
Matemática
Medicina
Odontologia
Pedagogia

Foz do Iguaçu

Administração
Ciência da Computação
Ciências Contábeis
Direito
Enfermagem
Engenharia Elétrica
Engenharia Mecânica
Hotelaria
Letras – Língua Portuguesa e Língua Espanhola
Letras – Língua Portuguesa e Língua Inglesa
Matemática
Pedagogia
Turismo

Francisco Beltrão

Administração
Ciências Econômicas
Direito
Geografia
Geografia – Habilitação em Geotecnologias e Análise Ambiental
Medicina
Nutrição
Pedagogia
Serviço Social

Marechal Cândido Rondon

Administração
Agronomia
Ciências Contábeis
Direito
Educação Física – Bacharelado
Educação Física – Licenciatura
Geografia
História
Letras – Língua Portuguesa e Língua Alemã
Letras – Língua Portuguesa e Língua 
Letras – Língua Portuguesa e Língua Inglesa
Zootecnia

Toledo

Ciências Econômicas
Ciências Sociais
Engenharia de Pesca
Engenharia Química
Filosofia
Química
Secretariado Executivo Trilíngue
Serviço Social

via redação Busão Curitiba

Universidades Estaduais definem calendários acadêmicos para 2021

As universidades estaduais do Paraná se destacaram na avaliação do Índice Geral de Cursos (IGC) 2019 divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). O conceito avalia anualmente a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) ofertados em universidades, centros universitários, faculdades e institutos tecnológicos das redes pública e privada.

O resultado final do IGC, divulgado na última sexta-feira (23), é composto por cinco faixas que variam de 1, a nota mais baixa, a 5, o conceito máximo. Ao todo, 2.070 instituições públicas e privadas, que envolvem 24.145 cursos de 100 áreas do conhecimento, foram avaliadas.

As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro) e do Norte do Paraná (Uenop) conquistaram conceito 4. A Universidade Estadual do Paraná (Unespar) ficou com conceito 3.

“Essa classificação evidencia um crescimento qualitativo das nossas universidades estaduais no cenário nacional. Sabemos que a comunidade acadêmica das instituições tem se esforçado para garantir uma formação de qualidade para os nossos alunos, além de desenvolverem pesquisas científicase ações de extensão, que contribuam com o desenvolvimento do Estado”, destacou o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

O diretor de Avaliação Institucional da Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação Institucional da Uenp, Daniel Trevisan Sanzovo, afirma que a análise do gráfico do IGC da instituição demonstra que o indicador vem crescendo desde 2014.

“É importante destacar que, assim como foi primordial alcançarmos a faixa 4, é de suma importância permanecer nessa faixa e avançar para a 5. Como os IGCs contínuos mostram, estamos nesse momento de consolidação na faixa 4 para, posteriormente, avançarmos até a faixa 5”, explicou.

PROTAGONISMO 

Entre as universidades estaduais brasileiras, a posição do Paraná é de protagonismo. A UEL aparece como a 4ª melhor estadual do Brasil, seguida pela UEM em 6ª, Unicentro em 7ª e Unioeste em 8ª posição. Fechando a lista das 25 melhores estão: UEPG em 11ª, Uenp em 17ª e Unespar na 24ª colocação.

“O sistema estadual de ensino superior público do Paraná se consolida na faixa 4 do IGC, demonstrando o protagonismo das instituições. Estamos sempre buscando melhorar e qualificar a formação de pessoas, as pesquisas e todo o trabalho da universidade”, destacou o reitor da UEM, Julio César Damasceno.

No comparativo com as universidades, faculdades e centros universitários públicos e privados do Paraná, as estaduais também estão entre as 21 melhores. A UEL ficou em 3º, a UEM em 4º, Unicentro em 5º e Unioeste em 6º. A UEPG aparece em 17º e a Uenp em 21º lugar.

A diretora de Avaliação e Informação Institucional da Pró-reitoria de Planejamento (Proplan), Elisa Emi Tanaka Carloto, avalia que essa expansão do IGC 2019 está ligada ao comportamento dos colegiados de cursos, que passaram a dar maior atenção aos critérios de avaliação interna.

“É um trabalho conjunto feito nos últimos anos. Os apontamentos do MEC orientaram as reformulações curriculares. Também foram consideradas as orientações da Capes, incorporadas aos programas de pós-graduação”, ressaltou.

CÁLCULO 

O cálculo matemático para chegar ao IGC leva em conta os seguintes aspectos: a média do Conceito Preliminar de Curso (CPC), considerando o último ciclo do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como referência; a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu, atribuídos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na última avaliação trienal; e a distribuição dos estudantes entre as diferentes etapas de ensino superior (graduação ou pós-graduação stricto sensu).

via redação Busão Curitiba